Vencedor do MasterChef

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Ganhador da terceira edição do MasterChef Brasil 2016, Leonardo Young, morador da Vila Leopoldina, tem grandes pretensões para o próximo ano, entre as quais escrever um livro e abrir um restaurante. Conheça um pouco mais do campeão.

Quem viu Leonardo Young nas telas de TV, e já o conheceu pessoalmente, sabe que sua simpatia e habilidade para manipular alimentos e apetrechos de cozinha são bem reais. Nesta entrevista exclusiva ao Guia Daqui Lapa, o ganhador da terceira edição do MasterChef Brasil 2016, que foi ao ar entre março e agosto deste ano pela Rede Bandeirantes, conta como se interessou pela arte de cozinhar e como decidiu participar do programa.

Leo diz que seu primeiro contato com a cozinha aconteceu quando ele foi morar fora do Brasil, na Tailândia e na China. “Como morava sozinho, tinha que cozinhar para poder me virar e acabei descobrindo minha paixão pela gastronomia. Quando tomei a importante decisão de entrar no MasterChef, já tinha a certeza que esse era o caminho que queria seguir. Deixei o programa com a mesma certeza, não devido ao título MasterChef que conquistei, mas sim por ter colocado meu gosto pela cozinha à prova sob muita pressão, sem afetar meu apreço pela gastronomia. Nada melhor do que unir uma paixão com o trabalho”, declara.

Nesta última temporada do programa, em que Leo participou, teve a apresentação de Ana Paula Padrão e dos famosos chefs Henrique Fogaça, Paola Carosella e Érick Jacquin no júri, que eram implacáveis com os 21 participantes. Leonardo foi o campeão, seguido por Bruna Chaves em segundo lugar e Raquel Novais, em terceiro, faturando vários prêmios, entre os quais uma bolsa de estudos na Le Cordon Bleu, em Paris, e o troféu de MasterChef. Questionado sobre a maior lição que tirou do programa, Leo responde que “um dos maiores aprendizados que tive com a competição foi o amadurecimento mental e emocional. O programa é um teste para cardíaco e o mais incrível é que, muitas vezes, as provas exigem mais do seu lado emocional do que do seu lado técnico em gastronomia. Nem sempre o melhor cozinheiro vencia as provas, mas sim o mais bem preparado e equilibrado naquele dia”, avalia.

O talentoso chef é paulistano de nascimento e, atualmente, reside na Vila Leopoldina. “Gosto da Leopoldina por ser um bairro que tem de tudo: comércio, restaurantes, supermercados, o parque e shopping Villa Lobos.”

Leo conta que gosta muito de sair para jantar e que, aos finais de semana, costuma ir ao parque Villa Lobos e ao Mercado Municipal de Pinheiros.

Atualmente, ele segue os projetos que estão surgindo, como eventos de gastronomia e apresentação da prévia do MasterChef na Band e, na sequência, pretende fazer o curso que ganhou no Le Cordon Bleu. Abrir o próprio negócio no ramo da gastronomia e escrever um livro de receitas também estão entre seus planos futuros. “Já estou escrevendo o livro de receitas, que, talvez, fique pronto no próximo ano… quanto ao restaurante, ainda não sei exatamente o local que abrirei. Penso na Vila Madalena, mas ainda não decidi.”

Para finalizar, o chef nos brida com uma sugestão acessível para este Natal. “Ceia de Natal tem que ter um bom assado – sugiro o clássico peru, único item um pouco mais caro – e aproveite o forno para assar uma variedade de legumes para acompanhar, como cenoura, batata doce e abobrinha. Além disso, não pode faltar uma boa farofa e um arroz com especiarias. De sobremesa, uma pera ao vinho vai muito bem.”

Para Leo, uma boa mesa requer ingredientes essenciais e indica os itens que não podem faltar nas festas de Natal e de Ano Novo: “legumes frescos são essenciais e a partir dele podemos fazer diversos pratos incríveis, como por exemplo: cuscuz paulista (vegetariano), almôndegas de abobrinha, farofa com cebola caramelizada, torta de vegetais, escondidinho de carne de soja e mandioquinha, tabule, suflê de cenoura, quiche de espinafre e etc. Uma salada com castanhas e um molho bem refrescante também não podem faltar”, finaliza. (ND)

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